Comissão Regional Ministerial

A Comissão Ministerial Regional acompanha, durante o período probatório, a vida ministerial dos/as aspirantes em todas as suas facetas procurando identificar as potencialidades e os limites de cada um.

Os/as aspirantes devem comparecer anualmente à Comissão Ministerial Regional, para ser avaliado/a em seu aproveitamento intelectual, suas condições físicas e mentais e idoneidade moral, conforme o regulamento da própria Comissão (Art. 92, I, II), a qual emite o parecer e recomenda ao Concílio Regional a continuidade, ou não, no período probatório (Art. 92, VI). No interregno dos Concílios Regionais, a COREAM decide a continuidade, ou não, no período de aspirante (102 §2). III.

1. Ao término do período mínimo probatório, recebem autorização provisória para prestar os exames de suficiência e de habilitação, preparados pela Ordem Presbiteral, conforme as normas estabelecidas pelo Colégio Episcopal (Art. 27. V) os/as candidatos/as à Ordem Presbiteral que:

  • Alcançarem boa avaliação das atividades da Comissão Ministerial Regional;
  • Boa avaliação do/a do Ministério de Ação Episcopal – MAE – realizada a partir dos relatórios e avaliações aplicadas pelo supervisor da prática ministerial;
  • Estiverem em dia com a previdência social;
  • Apresentaram à Comissão Ministerial Regional Atestado de Idoneidade Moral (Art. 85 §7);
  • Apresentaram à Comissão Ministerial Regional certidões negativas de débitos e protestos.

 

a)  O/A candidato/a que for reprovado/a nos exames de suficiência e habilitação permanece no período de aspirante ao presbiterato, respeitado o prazo máximo de permanência, acompanhado pela Comissão Ministerial Regional e pelo supervisor/a.

b) O/A candidato/a poderá, respeitado o prazo máximo de 5 anos na categoria de aspirante ao presbiterato, prestar os exames de suficiência e habilitação. Não sendo aprovado/a na última tentativa o/a candidato é automaticamente desligado do período de aspirante ao presbiterato, continuando na categoria de leigo/a devendo reassumir plenamente os compromissos de membro leigo em sua igreja local de origem ou outra de sua escolha;

c) A critério da Região e por solicitação do/a candidato/a, poderá ingressar no período de aspirante ao pastorado, o/a candidato/a que tenha recebido avaliação positiva da Comissão Ministerial Regional e do  inistério de Apoio Episcopal e não tenha alcançado aprovação nos exames de suficiência e habilitação;

d) O/A candidato/a desligado do período de aspirante ao presbiterato poderá, cumprindo todas as exigências canônicas, solicitar reingresso no período probatório após 4 anos do seu desligamento, devendo cumprir todas as etapas do período probatório. 2. Cumpridas todas as exigências, e, sendo aprovado/a nos exames de suficiência e habilitação, o/a Bispo/a avalia todas as etapas do acompanhamento e emite certificado do término do período probatório atestando a realização e o pleno aproveitamento do/a aspirante, o que o/a habilitará a pleitear seu ingresso na ordem (Art. 27. III e 88  XVIII) 3. A partir da emissão do certificado o/a candidato/a, havendo vaga nos quadros da Ordem Presbiteral (Art. 27), será recomendado/a ao Concílio Regional, pela Comissão Ministerial Regional, submetendo-se à votação do Concílio. (Art. 85, XI c).

O/A candidato/a aprovado em todos os quesitos em período de interregno de Concílio continuará sendo acompanhado pela Comissão Ministerial Regional que relatará ao Concílio Regional o cumprimento das exigências e o acompanhamento durante o período de interregno.

A Comissão Ministerial Regional é uma Comissão Permanente do Concílio Regional, composta por (cinco) presbíteros/as.

 

Componentes da CMR 1ª RE:

Rubem Mandú – Presidente

Clair Fernandes – Vice-Presidente

Alcir Cândido – Secretário

Paulo Henrique Mendes – Vogal

Levi Loureiro – Vogal

Rev. Rubem Andrade Mandú da Silva

Presidente da Comissão