Quinta Feira de Preto – Acesse a nova identidade da campanha

A campanha internacional do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), lançou uma nova identidade visual para apoiar a mobilização pelo fim da violência contra a mulher. No Brasil, a iniciativa é coordenada pela Confederação Metodista de Mulheres (CMM), que promove, além das mobilizações semanais nas redes sociais com a hashtag #QuintaFeiraDePreto, passeatas organizadas por Federações e Sociedades de Mulheres Metodistas em todo o país.

Para apoiar a ação, poste a sua foto usando roupas pretas nas redes sociais com as hashtags da campanha: #ThursdaysinBlack e#QuintaFeiraDePreto

O que é quinta-feira de preto?

Em todos os países, a violência contra as mulheres é uma realidade trágica. Essa violência é frequentemente escondida, e as vítimas são muitas vezes silenciadas, temendo o estigma e mais violência. Todos nós temos a responsabilidade de falar contra a violência, para garantir que mulheres e homens, meninos e meninas, estejam protegidos contra estupro e violência em casa, na escola, no trabalho, nas ruas e em todos os lugares em nossas sociedades.

Resistência e resiliência

A campanha é simples, mas profunda. Use preto às quintas-feiras. Use um bóton para declarar que você faz parte do movimento global que resiste a atitudes e práticas que permitem o estupro e a violência. Mostre seu respeito pelas mulheres que são resilientes diante da injustiça e da violência e incentive os outros a se juntarem a você. Muitas vezes a cor preta tem sido usada com conotações raciais negativas. Nesta campanha, ela é usada como uma cor de resistência e resiliência.

A campanha foi inspirada por:

• As mães de desaparecidos em Buenos Aires, Argentina, que às quintas-feiras protestam na  Plaza de Mayo, contra o desaparecimento dos seus filhos durante a violenta ditadura.
• As mulheres de preto em Israel e na Palestina, que protestam contra a guerra e a violência.
• Mulheres no Ruanda e na Bósnia que protestaram contra o uso de estupro como arma de guerra.
• O movimento Black Sash na África do Sul que protestou contra o apartheid e seu uso de violência contra os negros.

Você confere abaixo o vídeo publicado pelo CMI para divulgação da campanha. O vídeo com narração em inglês, traz fotos de pessoas que se engajam através das hashtags em diversos idiomas.