Regimento da organização da 1ªRE

REGIMENTO DA ORGANIZAÇÃO DA REGIÃO

I – DO REGIMENTO 

 

Art. 1°‑ Este Regimento, aprovado pelo Concílio Regional da Primeira Região Eclesiástica, visa à organização da Região em cumprimento da legislação Canônica,(Art. 83 § 3º) de acordo com os Capítulos III do Cânones de 2012-2016, da Igreja Metodista.

 

II – DA ORGANIZAÇÃO REGIONAL 

 

Art. 2°‑ A Primeira Região Eclesiástica da Igreja Metodista se organiza da seguinte maneira:

1) Bispo‑Presidente;

2) Concílio Regional;

3) Coordenação Regional de Ação Missionária (COREAM);

4) Comissões Regionais Permanentes;

5) Instituições de Ensino e de Ação Social;

6) Secretarias Executivas Regionais de Áreas;

7) Órgãos subordinados ao Bispo-Presidente;

8) Distritos e Campos Missionários Distritais;

9) Igrejas Locais.

III – DO CONCÍLIO REGIONAL

 

Art. 3° ‑ O Concílio Regional é o órgão deliberativo e administrativo da Igreja da Primeira Região Eclesiástica. (Art. 83 dos Cânones de 2012-2016)

 

Parágrafo Único ‑ A composição, competência, as reuniões e a composição da mesa do Concílio Regional estão previstas na legislação canônica da Igreja Metodista.(conf.Arts. 84, 85, 86 e 87 dos Cânones)

 

Art. 4° ‑ Os órgãos subordinados ao Concílio Regional estão relacionados na legislação canônica, artigos 95, 96 e  97. Seus estatutos, regulamentos e regimentos devendo ser atualizados à luz dos novos Cânones.

 

IV – DA COORDENAÇÃO REGIONAL DE AÇÃO MISSIONÁRIA (COREAM):

 

Art. 5°‑ A Coordenação Regional de Ação Missionária (COREAM) exerce a administração da Região no interregno das reuniões do Concílio Regional, inclusive no que diz respeito a transações imobiliárias, segundo regulamentação própria aprovada pelo Concílio Regional. (conf. Art. 100 dos Cânones.)

 

 

Art. 6° ‑ A Coordenação Regional de Ação Missionária (COREAM) é composta, além do Bispo‑Presidente, por 1 (um) representante de cada Distrito (eleitos(as) pelo Concílio Regional (cf. Cânones 2012-2016, Art. 101), e por 2 (dois) representantes da Coordenação Geral de Ação Missionária (COGEAM) (Art. 101 § 3º), devendo a representação paritária de  presbíteros(as) e membros leigos(as) em sua composição, serem definidos por sorteio no Concílio Regional. No biênio 2012-2013 a representação de presbíteros/as foi: Campo Grande, Cascadura, Nova Iguaçu, Penha, Santa Cruz, São João de Meriti e Volta Redonda. a representação de leigos/as será: Barra Mansa, Catete, Duque de Caxias, Jacarépaguá, Nilópolis, Realendo, Resende, Valença. No próximo biênio será o inverso (cf. Art. 85 ítem XI Cânones).

Parágrafo 1° ‑ A Coordenação Regional de Ação Missionária (COREAM) elege, dentre seus membros, um(a) Secretário(a) de Atas ( Cânones. Art. 101 § 1º).

Parágrafo 2° ‑ Na ausência do Bispo‑Presidente, preside a reunião da Coordenação Regional de Ação Missionária (COREAM), o(a) Presbítero(a) mais idoso(a) que faz parte da mesma. ( Cânones. Art. 101 § 2º).

 

 

Art. 7° ‑ A competência da Coordenação Regional de Ação Missionária (COREAM) está prevista no Cânones.(Art. 102)

V – DO BISPO-PRESIDENTE

 

Art. 8° – O/A Bispo-Presidente(a) é um(a) Presbítero(a) ativo(a), eleito pelo Concílio Geral e consagrado de acordo com o Ritual da Igreja Metodista, responsável pela unidade de orientação doutrinária, supervisão das atividades pastorais e administrativas e demais funções estabelecidas pelo Cânones e por outras a ele atribuídas pelo Colégio Episcopal. (Cânones. Art.126)

 

Art. 9° ‑ A competência do Bispo-Presidente está prevista nos Cânones.( Art. 130)

 

Art. 10 ‑ Subordinam‑se ao Bispo-Presidente:

1) Assessoria de Comunicação;

2) Capelanias e Pastorais Escolares;

3) Secretaria Executiva Regional de Supervisão e Coordenação Ministerial;

4) Secretaria de Planejamento e Projetos;

5) Ministério de Ação  Episcopal.

 

Art. 11 – À Assessoria de Comunicação, compete orientar e avaliar as atividades relativas à comunicação e ao gerenciamento da marca metodista na 1ª Região, coordenando ou executando ações de interesse da Região e assessorar o Bispo-Presidente e os membros da COREAM em suas relações com a mídia. Esta Assessoria é exercida por pessoas convidadas e nomeadas pelo Bispo-Presidente.

 

Art. 12 – Às Capelanias e Pastorais Escolares compete prestar assistência religiosa a instituições militares, sociais e de ensino, e são exercidas por pessoas convidadas e nomeadas pelo Bispo-Presidente. Elas são regidas de acordo com os estatutos das respectivas instituições.

 

Art. 13 ‑ À Secretaria Executiva de Supervisão e Coordenação Ministerial, compete assessorar o Bispo-Presidente na supervisão e coordenação das Instituições Regionais de Ensino e Ação Social e das Secretarias Executivas Regionais de Áreas na execução do Plano de Ação Regional. Esta Secretaria é exercida por pessoa convidada e nomeada pelo Bispo-Presidente

 

Art. 14 ‑ À Secretaria Regional de Planejamento e Projetos compete assessorar o Bispo-Presidente no processo de avaliação e planejamento da vida e missão da Igreja Metodista na 1ª Região Eclesiástica. Esta Secretaria é exercida por pessoa convidada e nomeada pelo Bispo-Presidente.

 

Art. 15 – Ao MAE – Ministério Ação Episcopal compete assessorar o Bispo-Presidente para assuntos pastorais e outros previstos no Cânones. Este Ministério é composto pelos(as) Superintendentes Distritais e assessores pastorais do Bispo-Presidente. ( Cânones. Art. 99)

Art. 16 – O MAE – Ministério de Ação Episcopal, tem atribuições definidas no Art. 99 do Cânones.

Parágrafo Único – O Ministério Regional de Discipulado está subordinado ao Bispo, e compõe o Ministério de Ação Episcopal, tendo sua liderança nomeada pelo Bispo Presidente.

VI – DAS COMISSÕES REGIONAIS PERMANENTES

 

Art. 16 ‑ O Concílio Regional elege as seguintes Comissões Regionais Permanentes (Cânones. Art. 90) As quais são compostas de 7(sete) membros conforme legislação canônica.

1) Comissão Regional de Justiça;

2) Comissão Ministerial Regional;

3) Comissão Regional de Relações Ministeriais.

 

Parágrafo Único ‑ A composição e competência das Comissões Regionais Permanentes estão previstas nos Cânones. (Cânones art. 91,92 e 93)

VII – DAS INSTITUIÇÕES REGIONAIS:

 

Art. 17 – As instituições regionais são organismos estabelecidos para a realização da Missão, segundo as áreas do Plano para a Vida e Missão da Igreja. (Cânones. Art. 150)

 

 

Parágrafo 1º – As instituições regionais são instituídas pela Associação da Igreja Metodista, segundo as leis brasileiras e são as seguintes:

1)     Metodista de Formação Missionária – IMForM;

2)     Instituto Metodista de Ação Social – IMAS;

3)     Instituto Metodista Ana Gonzaga – IMAG;

4)     Lar Metodista Ana Gonzaga – LAMAG.

Parágrafo 2º – Seu funcionamento e estrutura estão previstas no Cânones, no capítulo I das Disposições Gerais.

 

Art. 18 – As instituições são regidas por estatutos, e regulamentos gerais que são aprovados pela COREAM, que pode alterá-los por sua própria iniciativa ou proposta dos respectivos Conselhos Diretores. (Cânones. Art. 150 e seus seguintes)

 

Art. 19 – O Programa de Trabalho das instituições regionais integra o Plano de Ação Regional e é elaborado segundo o Plano para a Vida e Missão da Igreja e as Ênfases do Planejamento Regional. Este Programa é executado sob a supervisão e coordenação do Bispo-Presidente e da COREAM, através da Secretaria Executiva Regional de  Coordenação e Supervisão Minsiterial.

 

Art. 20 – As instituições regionais são dirigidas, supervisionadas e controladas por Conselhos Diretores eleitos pela COREAM. A composição e competencia dos Conselhos Diretores estão previstas nos Estatutos das instituições

 

Parágrafo 1° – Os Conselhos Diretores são organizados e instalados pelo Bispo-Presidente, na forma das leis, estatutos e regulamentos gerais aprovados.( Cânones. Art. 95 § 4º)

Parágrafo 2° – A Secretaria Executiva Regional de Supervisão e Coordenação Ministerial assessora o Bispo-Presidente na supervisão e coordenação das instituições regionais quanto à execução do Plano de Ação Regional, e o faz através do(a) Secretário(a) Executivo(a) da área de ação da instituição, fazendo parte do Conselho Diretor da instituição, sem direito a voto.

 

Art. 21 – As instituições regionais são fiscalizadas por Conselhos Fiscais eleitos pelo Concílio Regional ou pela COREAM. (Cânones. Art. 102 c/ 152 )

 

Art. 22 – As instituições regionais subordinam-se ao Concílio Regional através da COREAM, que relata ao plenário do Concílio os assuntos a elas referentes.(Cânones. Art. 95)

VIII – DOS MINISTÉRIOS, DEPARTAMENTOS E PASTORAIS REGIONAIS

 

Art. 23 ‑ Ministérios e Departamentos Regionais são aqueles que atuam em apoio e dinamização aos ministérios e departamentos locais ou aqueles que atendem às necessidades da Região, à dinamização e à execução do Plano para a Vida e Missão da Igreja. (Cânones art 98)

 

Parágrafo 1° ‑ Os Ministérios e Departamentos Regionais e sua Secretaria Executiva Regional de Área são propostos pelo Bispo‑Presidente e aprovados pela COREAM, podendo ser temporários ou permanentes.

 

Parágrafo 2° Os Ministérios Regionais apresentam uma lista triplice ao Bispo-Presidente que nomeia o seu Coordenador de comum acordo com o Secretário Executivo da área.

 

Parágrafo 3° – O Coordenador ou Coordenadora dos Departamentos Regionais são eleitos pela COREAM. (Cânones Art. 102)

 

Art. 24 ‑ Os Ministérios e Departamentos Regionais são exercidos por obreiros ou obreiras convidados e designados pelo Bispo‑Presidente, segundo os dons revelados, para uma das áreas de serviço Regional. (Cânones Art. 98 § 2º)

 

Parágrafo 1° ‑ Os projetos específicos dos Ministérios e Departamentos Regionais têm seus custos incluídos no Orçamento‑Programa Regional.

 

Parágrafo 2° ‑ As despesas de funcionamento dos Ministérios e Departamentos Regionais, somente serão ressarcidas mediante prestação de contas, aprovadas pelo Secretário Executivo da área, por conta de recursos previstos no Orçamento‑Programa Regional.

 

Parágrafo 3° ‑ Havendo contratação de serviços profissionais, os seus custos devem ser previstos nos projetos correspondentes, onde deve estar indicada sua fonte de financiamento.

 

Parágrafo 4° – Os Ministérios e Departamentos Regionais, segundo sua especificidade, estão vinculados e são orientados pelas  Secretarias Executivas Regionais de Áreas correspondentes.

 

Art. 25 ‑ As Pastorais Regionais são serviços missionários desenvolvidos por uma ou mais pessoas em áreas da sociedade consideradas prioritárias ou que exijam uma presença mais efetiva da Igreja e que os Ministérios Regionais não atendem.

 

Parágrafo 1° ‑ As Pastorais Regionais sua Secretaria Executiva Regional de Área são propostas pelo Bispo-Presidente no que diz respeito à sua área de atuação, sua proposta de trabalho e sua composição e aprovação da COREAM

 

Parágrafo 2° – Cada Pastoral Regional apresenta uma lista triplice ao Bispo-Presidente que nomeia o seu Coordenador de comum acordo com o Secretário Executivo Regional da Área.

 

Parágrafo 3° ‑ As despesas de funcionamento das Pastorais Regionais, somente serão ressarcidas mediante prestação de contas, aprovadas pelo Secretário Executivo da área, por conta de recursos previstos no Orçamento‑Programa Regional.

 

Parágrafo 4° ‑ Havendo contratação de serviços profissionais, os seus custos devem ser previstos nos projetos correspondentes, onde deve estar indicada sua fonte de financiamento.

 

Parágrafo 5° – As Pastorais Regionais, segundo sua especificidade, estão vinculados e são orientadas pela Secretaria Executiva Regional de Área correspondente.

IX – DAS SECRETARIAS EXECUTIVAS REGIONAIS DE ÁREAS

 

Art. 26 – A Região organiza sua vida e missão em quatro áreas básicas de ação: (Cânones art. 102 – IX)

1) Secretaria Executiva Regional de Educação Cristã;

2) Secretaria Executiva Regional de Ação Social;

3) Secretaria Executiva Regional de Expansão Missionária;

4) Secretaria Executiva Regional de Ação Administrativa.

 

Art. 27 – Cada Secretaria Executiva de Área possui um Secretario/a Executivo/a, que é uma pessoa eleita pela COREAM.

 

Parágrafo Único – Compete ao/a Secretário/a Executivo/a de Área:

1      – coordenar as atividades dos projetos e setores de sua área de atuação.

2      – coordenar as reuniões das Câmaras Regionais (Distritais) de sua área de atuação.

 

Art. 28 – Cada  secretaria possui uma Câmara Regional composta de dois representantes de cada distrito

 

IX.1 – SECRETARIA EXECUTIVA REGIONAL DE EDUCAÇÃO CRISTÃ

 

Art. 29 – À Secretaria Executiva Regional de Educação Cristã compete organizar e coordenar os projetos dos seguintes segmentos:

1)     Ministério Regional de Trabalho com Crianças;

2)     Ministério Regional de Escolas Dominicais;

3)     Ministério Regional de Ensino e Capacitação;

4)     Câmara Regional de Educação Cristã;

5)     Federações dos Grupos Societários de Juvenis, Jovens, Mulheres e Homens;

6)     Atuar junto à Coordenação dos Núcleos de Capacitação Missionária, para que os mesmos atendam aos acordos firmados entre a Região e o Instituto Metodista Bennett.

 

Art. 30 – Ao Ministério Regional de Trabalho com Crianças compete: (Cânones art. 103 V)

1)     Apresentar os projetos para aprovação e supervisão do Concílio Regional e/ou COREAM através do Secretário Executivo de Educação Cristã;

2)     Promover estudos para a capacitação de equipes distritais e outros obreiros e obreiras especializados;

3)     Elaborar material didático para uso pelas equipes distritais e pelas igrejas locais;

4)     Prestar assessoria às equipes distritais;

5)     Estabelecer as normas do trabalho com crianças em nível regional.

 

Art. 31 – Ao MInistério Regional de Escolas Dominicais compete: Cânones art. 103 VI )

1)     Apresentar os projetos para aprovação e supervisão do Concílio Regional e/ou COREAM através do Secretário Executivo de Educação Cristã;

2)     Promover estudos para a capacitação de equipes distritais e outros obreiros e obreiras especializados;

3)     Elaborar material didático para uso pelas equipes distritais e pelas igrejas locais;

4)     Prestar assessoria às equipes distritais;

5)     Estabelecer as normas do trabalho em Escolas Dominicais em nível regional.

.                                       

Art. 32 – Ao Ministério Regional de Ensino e Capacitação compete:

1)     Apresentar os projetos para aprovação e supervisão do Concílio Regional e/ou COREAM através do Secretário Executivo de Educação Cristã;

2)     Tornar didático e em conformidade com as doutrinas metodistas, todo material produzido pelos segmentos regionais para utilização nos Distritos e igreja locais.

 

Art. 33 – A Câmara Distrital de Educação Cristã é composta dos Coordenadores de Ministérios, Coordenadores de Áreas, Diretora Regionalnal de Crianças e Presidentes das Federa;oes de Grupos Societario.

Competência:

1)     Avaliar os resultados obtidos dos projetos executados no biênio;

2)     Avaliar matérias de interesse da área de Educação Cristã da Região.

 

Art. 34 – Compete às Federações:

1)     dinamizar o trabalho dos grupos societários das igrejas locais;

2)     elaborar seus programas de trabalho dentro das ênfases do Plano de Ação Regional e do Plano para a Vida e Missão da Igreja;

3)     relatar anualmente ao Bispo-Presidente, nos prazos e forma por ele determinados.

Paráfrago ùnico – A organização e funcionamento das Federações estão previstas na legislação canonica. ( art. 103 III )

IX.2 – SECRETARIA EXECUTIVA REGIONAL DE AÇÃO SOCIAL

 

Art. 35 – À Secretaria Executiva Regional de Ação Social compete organizar e coordenar os projetos dos seguintes segmentos:

1)     Ministério Regional de Prevenção do Uso de Drogas e Recuperação de Dependentes Químicos;

2)     Pastoral de Combate ao Racismo;

3)     Pastoral da Juventude em Conflito com a Lei;

4)     Pastoral Carcerária;

5)     Pastoral da Favela;

6)     Pastoral da Terceira Idade

7)     Câmara Distrital de Ação Social

Art. 36 – Ao Ministério Regional de Prevenção do Uso de Drogas e Recuperação de Dependentes Químicos compete prevenir e orientar quanto ao problema das drogas e de tratar terapêutica e espiritualmente os dependentes.

 

Art. 37 – À Pastoral de Combate ao Racismo compete desenvolver a tarefa de combater a discriminação racial em todas as suas formas e manifestações, além de promover a cidadania plena para as pessoas de todas as etnias e culturas e desenvolver uma consciência em toda a Primeira Região Eclesiástica a respeito do desafio evangelístico contido nesta questão.

 

Art. 38 – À Pastoral da Juventude em Conflito com a Lei compete desenvolver a tarefa de organização, apoio e o serviço à juventude carente, à juventude infratora ou àquelas cuja estrutura familiar ou estatal a ameacem, desenvolvendo uma consciência em toda a Primeira Região Eclesiástica a respeito do desafio evangelístico contido nesta questão.

 

Art. 39 – À Pastoral Carcerária compete manter um programa de atenção aos presos, desenvolvendo uma consciência em toda a Primeira Região Eclesiástica a respeito do desafio evangelístico contido na questão dos encarcerados, e principalmente nas implicações de ordem socioeconômica.

 

Art. 40 – À Pastoral da Favela compete desenvolver a tarefa de organização, apoio e serviço a comunidades carentes, desenvolvendo uma consciência em toda a Primeira Região Eclesiástica a respeito do desafio evangelístico contido nesta questão.

 

Art. 41 – À Pastoral da Terceira Idade compete desenvolver a tarefa de organização, apoio e serviço às pessoas na terceira idade, desenvolvendo uma consciência em toda a Primeira Região Eclesiástica a respeito do desafio evangelístico contido nesta questão.

 

Art. 42 – A Câmara Regional de de Ação Social – é composta dos coordenadores/as das Pastorais e ou Ministérios da Área.

Competência:

1)     Avaliar os resultados obtidos dos projetos executados no biênio;

2)     Avaliar matérias de interesse da área de Ação Social da Região.

IX.3 – SECRETARIA EXECUTIVA REGIONAL COORDENAÇÃO REGIONAL DE EXPANSÃO MISSIONÁRIA

 

Art. 43 – À Secretaria Executiva Regional de Expansão Missionária compete organizar e coordenar os projetos dos seguintes segmentos:

1)     Ministério Regional de Intercessão;

2)     Ministério Regional de Voluntários em Missão;

3)     Ministério Regional de Expansão Missionária;

4)     Ministério Regional de Apoio à Família.

5)   Câmara de Expansão Missionária;

 

Art. 44 – Ao Ministério Regional de Intercessão compete promover a intercessão nos distritos da Região, capacitando pessoas para incentivar esta atividade nas igrejas locais.

 

Art. 45 – Ao Ministério Regional de Voluntários em Missão compete desenvolver um programa de agenciar oportunidades a todas pessoas, para participarem da obra missionária da Igreja Metodista, através de voluntariado. Os voluntários em Missão agirão em conjunto com diversos projetos especiais distritais e/ou locais e dos projetos permanentes da Secretaria Executiva Regional de Expansão Missionária, tais como a Evangemed e o Projeto Missionário de Férias.

 

Art. 46 – Ao Ministério Regional de Expansão Missionária compete apoiar o Bispo-Presidente e o Ministério Regional de Apoio Episcopal, no desenvolvimento de uma consciência missionária em toda a Primeira Região Eclesiástica, na identificação, recrutamento, seleção, preparo, envio, supervisão e suporte para missionários(as) leigos(as), formados pela Escola de Missões, cooperar no estabelecimento de novas congregações, oferecendo consultoria, apoio e ajuda para fortalecer novas e pequenas congregações e/ou igrejas missionárias através dos Distritos. Ajudar a buscar recursos que possam viabilizar a caminhada missionária da Igreja e cooperar com as igrejas, na sua tarefa de educação missionária permanente, ajudando a desenvolver uma filosofia de educação missionária baseada em uma compreensão de missão integral, de acordo com os documentos  da Igreja Metodista e das Escrituras Sagradas.

 

Art 47 – Ao Ministério Regional de Apoio à Família compete ajudar a desenvolver um programa de educação e evangelismo na área de família, centralizado nos casais, baseados no entendimento bíblico-teológico de que a família é a base da sociedade e da Igreja.

 

Art. 48 – À Câmara Regional de Expansão Missionária   – é composta pelos/as coordenadores/as de Pastorais e ou Ministério da Área.

Competência:

1)  Avaliar os resultados obtidos dos projetos executados no biênio;

2) Avaliar matérias de interesse da área de Expansão Missionária da Região.

 

IX.4 – SECRETARIA EXECUTIVA REGIONAL DE AÇÃO ADMINISTRATIVA

 

Art. 49 – À Secretaria Executiva Regional de Ação Administrativa compete organizar e coordenar os projetos dos seguintes segmentos:

1)     Secretaria Executiva da Associação da Igreja Metodista (AIM);

2)     Tesouraria Regional;

3)     Ministério de Apoio Administrativo.

4)     Câmara de Ação Administrativa;

 

Art. 50 – As competências da Secretaria da AIM estão definidas nos (Cânones. Art. 4º Parte Especial)

 

Parágrafo Único – O Secretário Executivo ou Secretária Executiva da AIM é uma pessoa nomeada pela COREAM. ( Cânones  Art. 102 IX, “f”)

 

Art. 51 – As competências da Tesouraria Regional estão definidas nos Cânones (Art. 103,II).

 

Parágrafo Único – O Tesoureiro ou Tesoureira da Região é uma pessoa nomeada pela COREAM. (Cânones  102. Item IX, “e”)

 

Art. 52 – Ao Ministério Regional de Apoio Administrativo compete apoiar e auxiliar a administração regional em suas atribuições de natureza administrativa: orçamento regional, dar parecer sobre questões administrativas e financeiras, controle da arrecadação das quotas orçamentárias, administração da Sede Regional e de pessoal, treinamento e assessoria aos MAADs das igrejas locais.

 

Art. 53 – À Câmara Regional de Ação Administrativa compete:

1) Avaliar os resultados obtidos pelos projetos executados no biênio;

2) Avaliar matérias de interesse da área de Ação Administrativa da Região.

 

X – DOS DISTRITOS

 

Art. 54 ‑ Distrito é a área sob supervisão de um(a) Superintendente Distrital e jurisdição do Concílio Distrital, para integrar, articular e promover a ação missionária das igrejas locais.(Cânones Art. 75 )

 

Parágrafo 1º ‑ A estrutura, organização e funcionamento de cada distrito são regulamentados pelo Regimento Regional. (Cânones Art. 75 § 2º )

Paragrafo 2º – Cabe a COREAM aprovar a estrutura dos distritos, podendo haver estruturas distintas conforme as características do distrito.

Paragrafo 3º – A composição e estrutura do CODIAM são  propostas pelo Concílio Distrital, em função das necessidades de cada Distrito, levando‑se em conta seus respectivos projetos missionários, e obedecendo à legislação canônica.

 

Art. 55 ‑ A composição, competência e reuniões do Concílio Distrial estão definidas na legislação canônica. (Cânones Art. 76, 77 e 78)

 

Art. 56 ‑ O(A) Superintendente Distrital é um(a) Presbítero(a) Ativo(a) nomeado(a) pelo Bispo para superintender o Distrito. (Cânones Art. 79)

 

Parágrafo Único ‑ O(A) Superintendente Distrital é responsável pela unidade, orientação doutrinária, supervisão das atividades pastorais, fidelidade dos(as) pastores(as) e leigos(as) às decisões conciliares, em especial à doutrina e à missão. (Cânones art. 79, Parágrafo Único).

 

Art.  57 ‑ A Competência do(a) Superintendente Distrital está definida nos Cânones. (Art. 80)

 

Art. 58 ‑ O Distrito tem uma Coordenação Distrital de Ação Missionária (CODIAM), presidida pelo(a) Superintendente Distrital, responsável pela elaboração do Plano de Ação Distrital e pelo seu acompanhamento e execução, em consonância com a orientação conciliar e a Coordenação Regional de Ação Missionária (COREAM). (Cânones Art. 81)

 

Parágrafo 1º – O mandato dos membros eleitos da Coordenação Distrital de Ação Missionária ‑ CODIAM, acompanha o exercício Eclesiástico Distrital, ou seja, anual, de um Concílio Distrital ao outro.

 

Parágrafo 2° ‑ O Plano de Ação do Distrito acontece, sobretudo, em apoio às igrejas locais, segundo as ênfases regionais, visando a promover, portanto, a igreja local como agência missionária no Distrito, o trabalho missionário e solidário e a conexidade entre as igrejas locais do Distrito.

 

Art. 59 ‑ Os Distritos da Primeira Região são:

  1. Bangu
  2. Barra Mansa;
  3. Campo Grande;
  4. Cascadura;
  5. Catete;
  6. Duque de Caxias;
  7. Jacarepaguá;
  8. Nilópolis;
  9. Nova Iguaçu;

10.  Penha;

11.  Realengo;

12.  Resende;

13.  Santa Cruz;

14.  São João de Meriti;

15.  Volta Redonda.

16.  Valença

 

 

Art. 60 ‑ O Bispo define, por ocasião das nomeações, as igrejas locais que compõem cada Distrito.

 

XI – DOS CAMPOS MISSIONÁRIOS DISTRITAIS

 

Art. 61 – Os Campos Missionários Distritais são locais de avanço missionário, devidamente propostos pelo Superintendente Distrital e ou CODIAM e aprovado pelo Concílio Distrital

Parágrafo Único – Os Campos Missionários Distritais são mantidos pelo Distrito, podendo contar com parceria com a Administração Regional

Todos os campos Missionários serão vinculados a Igreja dos Superintendentes Distritais na área administrativa e financeira com a indicação da abertura de uma conta bancária pela Igreja mãe até a consolidação da nova Igreja.

São locais de trabalho missionário criado pelos distritos em parceria com igrejas locais e ou a adiministração regional.

 

 

XI – DAS IGREJAS LOCAIS

 

Art. 62 ‑ A igreja local, com suas Congregações e Pontos Missionários, constitui a base da organização da Igreja na Região e seu principal instrumento de Ação Missionária.

 

Parágrafo 1° ‑ As igrejas locais têm sua organização e funcionamento regulados em Regimento Interno aprovado pelo Concílio Local, respeitadas as orientações canônicas e demais orientações de órgãos superiores.

 

Parágrafo 2° ‑ O trabalho das igrejas locais é desenvolvido e orientado a partir de seus respectivos Planos de Ação da Igreja, e é acompanhado pelo Bispo‑Presidente, por intermédio dos Superintendentes Distritais.

 

Art. 63 ‑ Ponto Missionário é o local de trabalho pioneiro, ainda sem estruturação, que pode se constituir em etapa inicial de uma Congregação ou outra forma de serviço missionário organizada ou regular, como assistência aos doentes nos hospitais e a presos nas cadeias, grupos familiares, escolas dominicais e outras.

 

Parágrafo Único ‑ O Ponto Missionário faz parte da igreja local que o criou.

 

Art. 64 ‑ São justificativas para a criação de Pontos Missionários:

1)     Local definido pelo Planejamento Regional como área de prioridade missionária para a Região e/ou Distrito;

2)     Local que apresente desafios missionários para a igreja local.

 

Art. 65 ‑ São condições para o funcionamento de um Ponto Missionário:

1)     Existência de um espaço fisico (sala, garagem, loja, casa, quintal, etc.) para reunir grupos;

2)     Membro da Igreja Metodista que se disponha e que seja designado para liderar as reuniões;

3)     Supervisão do(a) pastor(a) da igreja à qual se subordina o Ponto Missionário;

4)     As reuniões do Ponto Missionário devem ser realizadas regularmente;

5)     Esteja em conexão, no que for possível, com as igrejas metodistas locais.

 

Art. 66 ‑ Congregação é uma sub‑unidade da igreja local em cuja jurisdição se localiza e desenvolve parte das atividades da igreja local, regularmente, não tendo, ainda, número de membros suficientes ou autonomia financeira para tornar‑se igreja local.

 

Parágrafo 1° ‑ O Concílio Local estabelece a organização, funções, planejamento orçamento-programa da Congregação à luz da legislação Canônica.

 

Parágrafo 2° ‑ A Congregação se reúne em assembléia para definir sua proposta do programa de trabalho a ser apresentada à deliberação do Concílio Local, através do Plano de Ação da igreja local.

 

Parágrafo 3° ‑ O Regimento da igreja local inclui disposições relativas à(s) sua(s), Congregação(ões).

 

Art. 67 ‑ Caracterizam uma Congregação:

1)     Existência de um grupo de membros da Igreja Metodista que participe regularmente da Congregação;

2)     Existência de local (próprio, cedido, alugado) para reuniões de cultos ou Escola Dominical, e desenvolvimento de atividade dos Ministérios. A existência de uma Escola Dominical organizada;

3)     A organização em dons e ministérios reconhecidos, devendo figurar, obrigatoriamente, como ministérios básicos: Ação Missionária; Educação Cristã, Ação Social e o Ministério Local de Trabalho com Crianças.

 

Art. 68 ‑ São condições básicas para a transformação da Congregação em igreja local:

1)     Demonstrar ser capaz de exercer atos de piedade e obras de misericórdia;

2)     Ter disponibilidade de pessoal e de recursos financeiros para o seu funcionamento, inclusive remuneração pastoral e quotas orçamentárias;

3)     Estar organizada em Dons e Ministérios e atender às exigências dos Canônes;

4)     Ter as condições mínimas de instalações para o funcionamento da igreja local;

5)     Ter, no mínimo, 70 membros arrolados;

6)     Ter parecer do(a) Superintendente Distrital e da CODIAM.

 

Art. 69 ‑ Uma Congregação é transformada em igreja local mediante o reconhecimento do Concílio Regional, por iniciativa dela própria ou de seu respectivo Concílio Local.

 

Parágrafo 1° ‑ No caso de a solicitação partir da própria Congregação, o Concílio Local correspondente deverá dar parecer por escrito.

 

Parágrafo 2° Casos especiais serão considerados pelo Concílio Regional, podendo ser criadas igrejas locais que não se enquadrem nas presentes disposições, mediante justificativa de interesse Regional.

Parágrafo 3° ‑ O Concílio Regional regulamenta o retorno a Congregação das igrejas locais que não cumprirem as exigências mínimas nos prazos estabelecidos.

 

Art. 70 – DAS EMENDAS E ALTERAÇÕES DESTE REGIMENTO.

Este regimento pode ser alterado por propostade: igrejas, distritos, do bispo e ou COREAM.

 

CONTROLE DE VERSÕES

 

As versões deste documento são compostas de três números sequenciais, onde o primeiro refere-se a alterações nos capítulos, o segundo a alterações nos artigos e o último a alterações nos parágrafos. Toda vez que houver uma alteração de capítulo, a numerações dos demais níveis volta a zero. Da mesma forma, se houver uma alteração de artigo, a numeração do nível de parágrafos volta a zero.

VERSÃO ALTERAÇÃO FEITA DATA DA ALTERAÇÃO
1.0.0 Versão inicial 08/01/1998
2.0.0 Revisão geral 03/09/1999
3.0.0 Revisão geral 25/02/2003
4.0.0 Revisão COREAM 25/08/2005
5.0.0 Revisão COREAM 21/10/2011
6.0.0 Revisão COREAM 05/12/2012
7.0.0 Revisão COREAM 20/05/2016